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Um velho contador para o Séc.XXI

O Omata One é velocímetro de bicicleta um pouco enganador. Claro que se parece com um medidor de dados simples, mas o Omata não é simples em nada. Atrás dos três mostradores, alojados numa caixa de alumínio liso, é um computador...
SKS Airchecker - Monitor de pressão de pneus
A Herança do Alentejo
Clubes
 
Amigos Do Pedal - Famalicao
Amigos Do Pedal - Famalicao
Morada :
R. Julio Dinis, 67 2 B Urb Vinhal

4760 - 157 V. N. Famalicão
Portugal
Telefone : 917568023
Email :
Descrição:
Num insondável dia do mês de Junho de 2006 Zézé Ruivo lembra-se, sabe-se lá porque artes premeditativas, de desafiar o Paulo Ruivo para fazerem juntos de bicicleta o lendário Caminho Português de Santiago - dizem as más-línguas que o Zézé Ruivo queria aproveitar a experiência recente que teve com uns amigos para dar uma abada ao titio. Isso são contudo más línguas e delas não (deve) reza a História. Como sempre o Paulo Ruivo não vira costas ao desafio (desaforo?) e, juntamente com o zézé, o António Sotto Mayor (Montana) e o Rui Alves faz-se a caminho. As velhas máquinas que jaziam sobre o pó das garagens renasceram então para uma nova e inesperada vida de aventura. Estava involuntariamente lançada a semente que fez desabrochar os Amigos de Pedal. O terreno revelou-se fértil e o grupo não mais parou de crescer em número, amizade, divertimento e organizações. Registo particular para a primeira jornada dos caminhos, onde foram percorridos uns loucos 28 Kms, entre S. Pedro de Rates (Póvoa de Varzim) e Tamel (Barcelos). Na segunda etapa, já com os músculos reactivados, o número subiu para uns impressionantes 32 Kms, percorridos entre Tamel e a Capela de Stª Cristina, em Ponte de Lima. As jornadas eram feitas por etapas e as viagens para a jorna asseguradas pelo Luís e pela sua inesquecível Ford Transit. Entretanto, logo após as primeiras etapas, o grupo começou a crescer com as entradas do António Alves (Né) e do José Agostinho. Após uma paragem para férias, merecidas diga-se de passagem, as etapas não mais pararam de se fazer até transporta a Porta Faxeira que marca a entrada do caminho português em Santiago. Nessa altura já alinhavam de quando em vez o Miguel Las Casas, o Rui Batista e o Paulo Rodrigues. As raízes estavam já bem firmadas e a partir daqui foi só deixar crescer a árvore, naturalmente e com muito carinho. Os passeios ao sábado pelos montes de Vila Nova de Famalicão tornaram-se uma deliciosa rotina e revelaram paisagens concelhias nunca anteriormente descortinadas. A mobilização era conseguida por um simples pasquim enviado por e-mail.
   
 
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